50mm Canon – Geradora de bokeh
Definição da Wikipédia: Bokeh (do Japonês boke ぼけ, “blur”) é um termo usado na fotografia referente às áreas fora de foco e distorcidas, produzidas por lentes fotográficas. Diferentes bokehs de lentes produzem efeitos estéticos separados em fundos desfocados, os quais são freqüentemente utilizados para reduzir distrações e enfatizar o assunto primário.
Esta lente da Canon é capaz de provocar uma grande distorção por causa de sua abertura máxima (f1/8). Existem outras lentes com aberturas ainda maiores, porém esta é famosa por sua relação custo x benefício. Além da questão relacionada com a profundidade de campo, ela também é bastante indicada para retratos.
Praia dos Carneiros – Pernambuco
Esta praia tem uma combinação praticamente perfeita: tranqüilidade (praticamente só tem turistas, que chegam e vão em horário determinado), águas calmas e quentes (devido à formação dos recifes) e uma beleza inesquecível. Além destes belos coqueiros e areia branquinha, é possível também aproveitar as águas claras para a prática de mergulho. No local existem instrutores para quem deseja mergulhar com cilindro de oxigênio, mas os menos corajosos (e com menos $$ para gastar) também podem aproveitar as piscinas naturais para observar a vida marinha com o uso de snorkel.
Esta foto não tem qualquer ajuste; usei apenas um filtro polarizador.
Caixa de luz para fotografia – Simples e barata
Quase de graça na verdade…
Fiz esta baseado neste artigo, com algumas pequenas diferenças. No interior usei uma folha de E.V.A branco (R$ 1,50 na papelaria) ao invés de tecido, e as laterais apenas revesti com papel branco. Depois devo abrir as laterais, especialmente para utilizar mais luzes e tentar variações de cores. A caixa é de papelão, que se consegue de graça aos montes por aí. Utilizei também uma luminária Startec Jazz, que custa uns R$ 50. Comprei esta especialmente por causa do braço flexível, que permite direcionar a luz de inúmeras maneiras. Além disso ainda serve no meu caso como luz de cabeceira…
Foto errada também pode ser bonita
Estava tentando fazer uma foto de longa exposição de uma dessas velas de aniversário que soltam faíscas. O problema é que a tal vela não funcionou, e a câmera disparou (timer de 2 segundos) enquanto eu ainda estava com o fósforo aceso.
Conclusões:
- O que dá errado não necessariamente traz um resultado ruim
- Preciso de um controle remoto para a câmera..
Minha mochila…promoção do efetividade.net
- Uma mega-mochila da Targus, para notebooks de até 17 polegadas. Sei que é muito grande pro meu notebook atual (13″), mas antes desse eu tinha um de 15,4″. Com ela por um lado eu me sinto praticamente uma tartaruga ninja, mas por outro tenho espaço de sobra;
- Meu Macbook Pro, que me faz muito feliz..rs
- Suporte para livros da Lector Brasil; é muito leve e prático, pois quando não está fazendo sua função original, muitas vezes serve como base para o notebook.
- Fonte de alimentação;
- Controle remoto do Mac…funciona pra controlar os softwares de fotos, vídeos, música, apresentações..
- Caderninho de anotações da Cícero Papelaria, dica do próprio efetividade.net;
- Porta CD’s…geralmente carrego CD’s e DVD’s virgens..o único gravado que carrego em condições normais é um System Rescue;
- Câmera digital (cybershot w125) e seu adaptador de memory stick…dificilmente uso a coitadinha…desde que passei a usar uma reflex fica difícil se adaptar de novo a ela. De qualquer forma ela é imbatível no quesito portabilidade e tá sempre junto no caso de ser necessária;
- Fones de ouvido do celular e para o notebook;
- Mouse, que dificilmente uso…sempre me dei bem com touchpad…já o trackpad do Macbook é praticamente um privilégio usar;
- Redutor de ruídos, muito interessante para estudo. Mas para ser sincero ultimamente venho utilizando para isso mais o fone de ouvido do celular (desligado do aparelho), pois ele é intra-auricular e tem um efeito bastante semelhante, além de não me fazer parecer tão esquisito..rs
- Canetas de gel Jetstream Uniball…sou viciado nelas..
Hospedagem de blog barata, com WordPress
Sempre gostei muito desse mundo de blogs. Por mais que tenha que admitir que provavelmente nunca serei um blogueiro aplicado, acho muito interessante ter um espaço como esses. Estou com vontade de começar a usar mais este espaço, que até hoje vinha servindo apenas como um espelho para o meu Flickr. Então nada melhor do que explicar o primeiro passo dessa nova fase.
A primeira coisa que decidi foi que devia registrar um domínio. Este simples passo adiciona uma boa dose de seriedade à idéia. Mas logo me vieram à cabeça as experiências anteriores, de páginas que ajudei a manter. Sempre registrava o domínio através de empresas de hospedagem, que oferecem o registro mais como um “adicional” de seus planos. Nada contra as empresas de hospedagem, mas desta vez eu queria ter menos custos, menos trabalho com a configuração inicial e ter mais tempo de sobra para apenas me divertir.
Foi então que me informei melhor sobre mapeamento de domínio. WordPress, Blogger e outros serviços semelhantes oferecem seus serviços sem custo algum. Mas eles também permitem que a pessoa utilizem sua estrutura com domínio próprio. Depois de entender todo o processo, dei o pontapé inicial. Decidi fazer o upgrade de meu blog no WordPress.com.
O primeiro passo foi criar o domínio no Registro.br. Apesar de a página não ser visualmente agradável, não é muito difícil de usar. O problema maior nesse ponto, é a questão dos servidores DNS. O Registro.br exige que os servidores DNS já sejam determinados no momento da criação do domínio, ao passo que o WordPress exige a confirmação de propriedade do mesmo domínio para fazer o mapeamento. Ou seja, o processo literalmente empaca. Ao chegar nesse impasse, recorri ao velho e bom Google. Rapidamente encontrei informações sobre problemas semelhantes de blogueiros brasileiros (essa questão parece ser “privilégio” do Registro.br), e também a solução. O suporte técnico do Worpress.com parece já estar acostumado com a situação, então bastou fazer um pedido para que eles apontassem meu blog para o domínio que ainda pretendia criar. A resposta veio em poucas horas, e pude finalmente concluir a criação do domínio.
Já sendo o feliz dono de meu domínio, parti para a finalização do mapeamento. O WordPress.com cobra US$ 9,97 por ano por este serviço. O pagamento é feito por PayPal ou cartão de crédito. Preferi a primeira opção. Rapidamente tudo estava concluído, e não foi preciso sequer esperar a propagação do DNS.
Resumo da Ópera: R$ 30 de gastos com o registro do domínio, US$ 9,97 (que já apareceram como R$ 18 em meu cartão de crédito) pelo mapeamento feito pelo Worpress.com, e um ano pela frente sem me preocupar com faturas de hospedagem.
Para finalizar, ainda tive uma surpresa agradável. Depois que comecei a fuçar nos registros de domínio , percebi que é possível utilizar o WordPress.com com Google Apps. Além do blog com domínio próprio, agora tenho também email personalizado. Quem quiser, pode me mandar um alô!
Do it yourself
Lírios
Fotografia tirada com luz natural, indireta, próximo a uma janela. O fundo é a parte preta de meu difusor/refletor de 1001 utilidades. A parte engraçada é que tirei várias destas até ficar relativamente conformado com uma. Depois quando olhei no computar, a que me agradou foi justamente a primeira. Por isso nem sempre dá pra confiar no que o LCD da câmera mostra.
Through the window
Visão que tenho todas as tardes. O céu de Brasília essa época do ano realmente é espetacular. Pena que isso vem acompanhado de um clima comparável ao do deserto do Saara.
O por do sol tá assim meio de lado pra cortar o prédio vizinho que tem mania de ficar na frente.
Foto feita através do vidro, usando minha Cybershot W125. Camerazinha pequena e prática, que tá sempre comigo. Pena que as fotos dela não são comparáveis às do meu outro brinquedinho.














