iSad

“Remembering that I’ll be dead soon is the most important tool I’ve ever encountered to help me make the big choices in life. Because almost everything — all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure — these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.”
A beleza das coisas simples
Às vezes me pego pensando em como eu observo mais as coisas ultimamente, depois que comecei a me interessar muito por fotografia. No caso desta foto por exemplo, a maioria das pessoas vê no máximo uma luminária bonita, bem trabalhada. Além disso, eu vejo a maneira que a luz se comporta. Como sai de uma forma difusa, e como projeta sombras nas paredes próximas.
Um fato interessante sobre esta foto é que eu a tirei quase por acidente. Claro que escolhi o tema porque achei interessante na hora, e fiz a composição da maneira que me agradou; mas inicialmente tudo que eu queria saber era se a formatação do cartão de memória tinha sido concluída corretamente. No fim das contas acabou sendo um teste bastante proveitoso.
Pôr do sol na praia? Não dessa vez
Todas as vezes que vou para o litoral fico pensando em tirar fotos no fim da tarde, com o sol se pondo no mar. O problema é que acabo sempre indo para lugares em que o posicionamento de nossa costa não colabora com meus objetivos. Acho que o jeito vai ser esperar a oportunidade de ir para o Rio de Janeiro…
Show do Paramore em Brasília
No dia 16/02/2011 aconteceu o show do Paramore em Brasília. Pessoalmente não conhecia praticamente nada da banda, mas decidi aproveitar uma das raras chances de ver um show badalado em Brasília que não exigisse a venda de um rim para a compra do ingresso. Acabou se tornando uma grata surpresa; um show bem animado, um público apaixonado e muito pacífico. Destaque também para a pontualidade britânica – por mais que sejam americanos – para o início do show. Começou exatamente na hora marcada, nem um minuto a mais ou a menos. Coisa rara de se ver hoje em dia.
Com a experiência bem sucedida, eles ganharam mais um fã em potencial.
Noite no Pontão do Lago Sul
É um lugar legal pra passar o tempo…tem bares, restaurantes, jardins bem cuidados e uma das coisas que mais gosto, é bem seguro. Claro que isso só pode significar que trata-se de uma área privatizada. Por este motivo, os vários fotógrafos profissionais que usam o local como cenário para noivas e debutantes precisam pagar uma taxa.
Além disso, tem até quem pratique surf no lago – ou pelo menos uma variação dele:
Ponte Costa e Silva – Brasília, DF
Foto tirada no Pontão do Lago Sul.
Esta é a segunda ponte construída sobre o lago Paranoá. Até a inaguração da Ponte JK, havia quem a chamasse de ponte nova (mesmo tendo sido inaugurada em 1976). Atualmente são três faixas de rolamento, sendo que a central tem seu sentido alterado nos horários de pico. Antigamente esta faixa central era um canteiro, mas o aumento no número de veículos forçou a mudança.
Trata-se de mais um dos projetos de Oscar Niemeyer. Apesar de mais antiga e aparentemente mais simples do que sua ‘irmã mais nova’, esta ponte também tem seus encantos.
Tubo de extensão para macro
Comprei um tubo de extensão para macro (o da foto aí ao lado..clique nela para ter uma explicação melhor sobre preço e etc), mas meus primeiros testes mostraram que eu precisaria pesquisar um pouco antes de começar a usá-lo de verdade. Esses tubos mais simples não transmitem as informações da câmera para a lente, e estas por padrão ficam paradas sempre na abertura máxima quando a câmera está desligada.
Por conta disso, quando fiz as primeiras fotos com o tubo com uma abertura de 1.8, a profundidade de campo ficou tão absurda que não conseguia focar inteiramente nem a ponta de uma caneta. Saí então à procura de como fazer para ter controle da abertura. Foi então que esbarrei neste artigo, em que eles mencionam o que deve ser feito para resolver a situação. Eles chamam o procedimento de stop down.
Existem lentes em que o controle pode ser feito manualmente, mas neste caso teve que ser meio na força bruta. Resumidamente, para conseguir a abertura desejada, é preciso fazer o ajuste e retirar a lente ainda com a câmera ligada, de modo que não retorne para a posição inicial.
Não fiquei 100% feliz em fazer isto, mas o autor do artigo diz que já faz isto a anos sem prejuízo para as lentes. Resolvi então entrar no clima e seguir as orientações. Para ilustrar melhor, acabei decidindo fazer as fotos abaixo:
Para quem ainda não entende bem esse papo de abertura, recomendo este artigo do site Dicas de Fotografia. Foi o que encontrei de mais simples e objetivo quando estava aprendendo a respeito.
Fonte da Torre de TV – Brasília
As fontes da Torre de TV em Brasília foram reformadas. Dizem que já havia sido parecido um dia, mas eu sou da geração que mal se lembra da piscina de ondas e do planetário funcionando. Agora tem uma iluminação bem legal, e um sistema de movimentação das águas controlado por computador (inclusive baseado no ritmo das músicas tocadas pelo sistema de som). Me renderam umas fotos legais…
Water drop – Difícil de fazer, mas bem prazeroso..
Os primeiros resultados dessa brincadeira podem ser bem frustrantes. Levei um tempo para chegar a este resultado. Ainda bem que sempre é possível copiar se inspirar nos ajustes de fotógrafos mais experientes. Pretendo fazer novamente, e creio que da próxima vez poderei me dedicar mais a conseguir variações de cor e formatos.
Quem sabe um dia eu chego nesse nível?
A foto errada dessa vez deu certo
Da última vez não havia sido muito bem sucedido, mas decidi tentar novamente fazer uma foto dessas velas de aniversário. Pesquisando depois descobri que alguns chamam ela de chuva de prata, mas não sei se este é algum nome comercial.
O problema dessas infelizes é que elas demoram demais para acender. Como estava usando o timer para disparar a câmera, havia um tempo determinado para que a vela acendesse. Acabei gastando uns 20 fósforos antes de partir para um fogo mais constante.
A conclusão praticamente se mantém em relação à última vez:
- Continuo precisando de um controle remoto
















